20 de jun. de 2013

[FOTO DO DIA] Junior Lima

Making Of de "AcQuária" - 2003

Hoje venho com outro cap para vocês. Desta vez não fui eu quem fez... foi alguém do site Luz e Ação. Antes de continuar o post, só quero deixar registrado o meu lamento por esse site não existir mais! Acabei de procurar e não encontrei =( uma pena. Durante um tempo, entrei bastante. A parte de fotos era ótima; tinha muita coisa boa. Salvei muita coisa de lá.

Enfim, continuando...
O cap de hoje, é do DVD do filme AcQuária. Para ser mais precisa, é da parte de extras. Mais específica ainda, é da entrevista que o Junior e a Sandy deram para o DVD.
Quem tem, acho que já sabe do que o Ju estava falando neste momento. Para quem não tem, pode deixar que falo já. Ele estava contando de uma cena que precisou repetir uma porção de vezes. O momento em que Kim jogava um pedaço de peixe na boca, exatamente como ele está neste cap. Inclusive, aparecem os erros desta cena hahahaha tadinho, ele tinha que mirar na boca,soltar, acertar e ainda continuar atuando. Pensem na dificuldade. Muita coisa pra uma pessoa só hahahahaha.

Ai que me deu saudade desse DVD. O filme assisti várias vezes... a parte de extras, poucas. E é sempre o mais legal. Pelo menos pra mim... é o que me desperta mais curiosidade e vontade de ver. 

Preciso partir para os comentários inúteis. Gente... como Junior tava lindo em AcQuária! Que fase delícia era aquela! Esse cabelo arrepiado, maiorzinho, era bom demais! Ele voltou a usar algo parecido em 2010... e foi uma época linda também!

Ahh Junior... porque tão tudo?

AMO! <3


Cau*

Dexterz entre os mais populares da rede!

Na tarde de ontem, 19, foi postada na conta oficial da Dexterz, uma notícia bem legal.
A banda entrou no ranking dos DJs mais populares da rede brasileira, segundo o site topdeejays.com .

Em uma lista geral, com 1000 DJs do Brasil, a banda ocupa a 17ª posição. Na categoria "house", a 3ª. E na "tech house", a 5ª.





Junior, Julio e Amon...parabéns pelo sucesso!

19 de jun. de 2013

Junior participa de manifesto

Assim como milhares de brasileiros, Junior Lima foi para as ruas em protesto, na noite de ontem, 18.
Diretamente da Avenida Paulista, o baterista da banda Dexterz postou 2 imagens da passeata em seu Instagram:


@junior_lima "Olha que legal, o Brasil parou e não é carnaval!" #ogiganteacordou

@junior_lima Ajudando a escrever a história! #vemprarua #ogiganteacordou

[FOTO DO DIA] Sandy Leah

Clipe "As Quatro Estações" - 2000

Acabo de ter uma percepção. Enquanto estava pensando em como começar este post, escrevi a legenda da foto e olhei no relógio da tela para saber as horas. Sem querer, acabei olhando, também, a data de hoje. Foto: 2000. Ano em que estamos: 2013. 
MEU DEUS...cjura que se passaram 13 anos do lançamento do clipe "As Quatro Estações"? =O como assim? O tempo voou e eu não percebi. 13 anos... e parece que foi ontem. 

Me lembro da primeira vez que assisti a este clipe. Na época, não gostei muito. Achava que todos aqueles efeitos especiais tiravam a Sandy e o Junior do foco principal. "Os dois que cantavam, então, eles tinham que aparecer mais do que aquelas letrinhas caindo do céu!" era o que eu pensava. Apesar disso, assistia bastante. Porque, né, era clipe novo da minha dupla tão amada. 

Hoje tenho uma visão diferente. Acho genial o jeito que a historia da música foi contada. E mesmo aquelas letrinhas caindo do céu e os outros efeitos, não me incomodam mais. Acho, até, que foi um diferencial para aquele tempo. Não lembro de assistir um clipe brasileiro tão "tecnológico" (para a época) quanto o "As Quatro Estações".

Dentre todos os visuais da Sandy no vídeo, o que mais gosto é o deste cap. O que mais gosto e o que menos aparece hahaha. Inclusive esta cena, do cap, é a que mais gosto no clipe inteiro! Sandy tá tão linda! Não sei tem algo de diferente aí... me dá uma coisa boa. Cabelo lindo, maquiagem linda, carinha linda, um ar leve...!

Sandy foi uma adolescente tão linda... tenho tanta saudade dessa fase dela.

AMO...sempre <3

Cau*

POPLine entrevista Sandy

Sandy grava participação no DVD “Um Barzinho, um Violão” e dá entrevista exclusiva ao POPLine.

Quando Sandy entra no estúdio armado no hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, para gravar sua participação no DVD “Um Barzinho, um Violão”, da Universal Music, o público para. A plateia, formada majoritariamente por pessoas acima dos 40 anos, não é de fãs e se identifica mais com Zeca Pagodinho, Guilherme Arantes e Chitãozinho e Xororó, que também participaram do evento. A maioria faz comentários paternais, lembrando que a viu pequeninha. Cantar para eles é um desafio e Sandy sabe disso. “Nos meus shows, sinto aquele friozinho na barriga. Mas em eventos como esse, bate um nervosismo de verdade, porque é tudo muito diferente”, admitiu em entrevista ao POPLine na segunda (17/6).

Brincando com o público, que havia vibrado com a apresentação do seu pai e do seu tio, ela pergunta se as pessoas já estão cansadas. A gravação, eles sabem, irá até tarde. O tema são as trilhas das novelas dos anos 1980 e Sandy escolheu cantar “Meu Bem Querer” (de “Coração Alado”) e “Meu Bem, Meu Mal” (de “Brilhante”). “Djavan e Caetano Veloso. Já fui direto chutando o balde. Uma responsabilidade enorme. Socorro!”.


Ela começa a cantar a primeira e, no terceiro verso, a plateia não resiste e começa a aplaudi-la. Nada parecido havia acontecido até aquele momento. No fim, o diretor a elogia e diz que foi perfeito. Mesmo assim, ela pede para fazer de novo. “Eu gostaria. Vocês se importam?”. A plateia grita “mais uma, mais uma!”. Eles não se importam.



POPLINE: Você está reluzindo felicidade ultimamente. Quem te vê no palco percebe isso. Parece que está mais feliz do que nunca. Tem algum motivo particular?
SANDY: Nossa, obrigada! Não é uma coisa que se explica muito, né? É mais uma coisa de sentimentos, que não dá muito para pôr em palavras, eu acho. Em termos de sentimentos, eu realmente estou me sentindo realizada, em um momento tranquilo da carreira, seguro, um momento mais maduro, em que eu sei já qual é o meu caminho. Acho que isso tudo ajuda muito, porque quando você tá num caminho ainda um pouco incerto, sobre o qual tem dúvidas, dá uma instabilidadezinha, que às vezes é boa porque te traz força de vontade, garra, empenho, determinação, mas às vezes pode provocar esse medinho e essa insegurança. Estar em um momento mais tranquilo e seguro tem o lado bom de te trazer felicidade e satisfação. Então estou aproveitando esse momento, navegando por ele, e com muita alegria.

POPLINE: Sobre o DVD, você escolheu cantar “Meu Bem, Meu Mal” e “Meu Bem Querer”. Por que essas duas?
SANDY: Porque são musicas que eu adoro. O Max Pierre, que encabeça o projeto, me mandou as opções de músicas e eu escolhi primeiro “Meu Bem, Meu Mal”, que estava lá na lista. Ele sugeriu três ou quatro pra mim, que pensou em mim, e já veio essa. Falei ‘ah, incrível, ótimo!’. Agora, “Meu Bem Querer” foi uma sugestão minha, porque eu adoro essa música, adoro o trabalho do Djavan, sempre fui fã dele. Lembro-me de eu pequeninha cantando no carro com a família, então tem um significado para mim. E eu gosto de fazer coisas que tenham algum significado. “Meu Bem, Meu Mal” também tem um significado. Uma vez eu cantei um trecho dessa música em um medley com o Caetano na festa de 40 anos da Globo. Foi um momento bem marcante pra mim. Eu tava super nervosa naquele dia, então resolvi relembrar. Pela primeira vez, vou cantar ela inteira, porque naquela vez foi só um trecho. Eu gosto de tentar encaixar um sentido pra mim nas coisas que eu faço, entendeu?

POPLINE: E o tema da gravação são músicas de novelas dos anos 1980. Você gosta de novelas?
SANDY: Eu gostava muito. Na época dos anos 1980 e 1990, eu assistia muito, quando era criancinha e depois mais adolescente. Meu pai sempre gostou de ver novela e eu via junto. Hoje em dia… O tempo vai fazendo a gente se desapegar e deixar de lado, né? Mas de vez em quando eu vejo alguma coisa ou outra só para não ficar desinformada. Não tenho essa rotina de ver coisas marcadas na TV. Eu gosto TV “on demand” ou filmes que alugo no iTunes, no Netflix, essas coisas.

POPLINE: Tem alguma novela que te marcou?
SANDY: No meu passado? Tem, tem. Aquelas que todo mundo gostava… “Renascer”, “O Rei do Gado”, “Mulheres de Areia”. Essa foi a época de ouro das novelas pra mim. “Renascer” e “O Rei do Gado” são meio parecidas, né, com o negócio de fazenda e tal. Era “O Rei do Gado” que tinha aquilo de Berdinazzi e Mezenga? Eu gostava muito.

POPLINE: Há algum personagem inesquecível?
SANDY: Ah, eu lembro até da época da Odete Roitman. Eu assistia já quando era bem pequenininha. Como falei de “Mulheres de Areia”, a Ruth e a Raquel eram personagens bem fortes para mim na minha infância. Eu brincava de fazer cena no espelho, pra mim mesma. Imitava alguma cena que tinha visto. Chorava na frente do espelho. (risos) Sempre gostei de brincar de atriz.

POPLINE: Todo mundo sempre pergunta se você vai voltar a fazer novela. Se isso acontecesse, que papel você gostaria de interpretar?
SANDY: Ui! Ah, algum papel que me desafiasse, um que fosse bem diferente de mim. Acho que todo mundo que atua, seja com experiência ou com não tanta, gosta de ter desafios. Eu, pelo menos, gosto muito. Minha ultima atuação na TV, atuando, foi em “As Brasileiras” – atuando mesmo, porque teve essa participaçãozinha em “Sangue Bom”, mas era bem pouquinho e eu era eu mesma. A última foi “As Brasileiras” e tive uma personagem muito diferente de mim: uma menina mimada, preconceituosa, e aí foi um desafio muito grande. Foi tão gostoso. Se eu fosse ter outro papel na TV, gostaria de algo desafiador assim. No cinema também. O filme [“Quando Eu Era Vivo”] ainda não saiu e as pessoas não viram, então é meio difícil comentar sobre. Mas é uma personagem também bem diferente de mim, uma história bacana. Pra mim, foi um super presente esse desafio.

POPLINE: E para ser protagonista? Nesta altura do campeonato, você aceitaria?
SANDY: Numa novela? Então, eu já tive um convite ou outro, depois da Cristal, mas eu não pude aceitar, porque é muito transtorno. É muito difícil conciliar com a agenda de cantora, que, pra mim, é prioridade. Naquela época, a gente fez uma loucura. Eu gravava só três vezes por semana a novela, porque nos outros dias eu tinha que conciliar com o programa e os shows. E eu estava gravando o disco internacional, uma loucura. Não sei como a gente deu conta. Eu tinha 18 anos também, tinha mais energia. (risos) Quando eu lembro daquela loucura, que eu amei e não me arrependo nem um pouco de ter feito, eu acho que não faria de novo hoje. Eu gosto de me dedicar a uma coisa por vez. Geralmente não dá para ser uma coisa por vez, mas gosto de me dedicar mais aos meus projetos. Então, não daria para fazer novela. Mas outros projetos mais pontuais, eu com certeza faria. Estou só esperando me convidarem!

POPLINE: Para terminar, que música você escolheria para ser seu tema, se sua vida fosse uma novela?

SANDY: Hummm. Isso é muito difícil. Eu teria que escolher uma das minhas músicas favoritas, não exatamente pelo que ela diz, mas porque foi uma música muito importante na minha vida, que é “Angel”, da Sarah McLachlan. Já foi tema de um filme, “Cidade dos Anjos”.

Sandy e Lucas Lima embarcam em aeroporto do Rio



Sandy e Lucas Lima embarcaram juntos no aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio de Janeiro. O casal foi clicado na noite desta terça-feira, 18. Quando avistou o paparazzo, a cantora ainda sorriu e acenou para as fotos. 

Para ver as outras imagens do flagra, clique aqui.

Fonte: Ego

18 de jun. de 2013

Sandy na gravação de "Um barzinho, um violão"


Conforme noticiado aqui, Sandy esteve entre os cantores que gravaram ontem, 17, uma parte do CD / DVD "Um barzinho, um violão", no Rio de Janeiro.
A quinta edição do projeto trará músicas que foram tema de novelas nos anos 80. Cada um dos 22 cantores, deu voz a 2 canções.

Sandy cantou "Meu Bem, Meu Mal" e "Meu Bem Querer", do Djavan. 

Clique aqui para visualizar fotos dos bastidores e da gravação. 








Assista, no player abaixo, Sandy cantando "Meu Bem Querer":



Sandy cantando "Meu Bem, Meu Mal":

[FOTO DO DIA] Sandy & Junior


♪ Quando é difícil respirar / Quando é difícil descansar / Da insanidade, do perigo de crer / Do perigo de viver, eu me refugio / Dentro do teu olhar / No abraço quente / Que eu só posso encontrar / No teu olhar que me acalma sempre / E me salva de mim / Quando a certeza duvidar / Quando a luz não clarear / Na hostilidade, na cegueira de crer / Na ausência de viver, eu me refugio / Dentro do teu olhar / No abraço quente / Que eu só posso encontrar / No teu olhar que me acalma sempre / E me salva de mim / E se a tempestade não avisar / E se eu me perder nas curvas / Só existe um lugar seguro / Só há um lugar pra onde voltar / E é dentro do teu olhar.../ No abraço quente que é o teu olhar / No teu olhar que me acalma sempre / E me salva de mim 

Sandy - Refugio

Tentei negritar as frases mais "minhas". Não deu. De fato, esta música é inteira minha. Sandy descreveu o meu coração. Colocou em palavras o meu sentimento por ela e pelo Junior.

Eles me salvam de mim... todos os dias.

Muito amor, sempre.
Cau*

Sandy lança Sim, falando de relação a dois, sonhos e os seus 30 anos

Consolidada na carreira solo e mais madura musicalmente, a cantora Sandy, 30 anos, lança um álbum, Sim, no qual todas as canções são autobiográficas. Ao CORREIO, ela fala sobre casamento, o irmão, rótulos, assédio da mídia...

Das janelas de vidro do último andar do Hotel Radisson, da Avenida Cidade Jardim, é possível ver a agitação das ruas de uma tarde tipicamente paulistana. No exato contraponto, Sandy, 30 anos, chega serena para conversar com o CORREIO sobre o novo – e segundo – trabalho da carreira solo, Sim (Universal).  
“Vou ficar aqui mais pertinho de você”, diz ela, sorridente, ao puxar uma poltrona para falar sobre o momento que julga como o mais seguro da carreira.

O álbum pop romântico, bem produzido, apresenta dez composições com letras muito confessionais: “Eu estou em todas as músicas", afirma. São sonhos, frustrações e afirmações de uma artista que, com 23 anos de carreira, se vê mais madura e decidida.

Parceiro  
Se no primeiro álbum solo, Manuscrito (2010), ela entregou ao irmão Junior Lima a direção artística, agora Sandy assumiu a posição e consolidou o marido Lucas Lima como seu grande parceiro profissional. Além de assinar a produção musical ao lado do inglês Jason Tarver, ele é coautor de quase todas as faixas do disco.

Algumas dessas composições já são conhecidas dos fãs, como Aquela dos 30 e Escolho Você. Assim como elas, outras três faixas tiveram pré-lançamento digital no final de 2012 através do EP Princípios, Meios e Fins. A nova turnê viaja por todo Brasil desde abril e chega a Salvador no segundo semestre, ainda sem data definida. A seguir, confira a entrevista.



O que mudou do último álbum para este novo trabalho?
Eu. (risos) Estou num momento diferente. Ainda estava me encontrando como pessoa e como artista e isso acabou refletindo na minha música. Agora já se passaram três anos da minha carreira solo. Essa vivência e experiência traz mais segurança e perseverança. Estou num momento mais maduro e, com isso, o clima ficou diferente. 

Então Sim é autobiográfico?
O trabalho sempre reflete o que sou e estou sentindo no momento. Todas as músicas são autobiográficas, umas mais, outras menos, mas eu estou em todas as músicas. As que são mais minha cara nesse trabalho são Aquela dos 30 e Escolho Você. A música título do CD é também muito especial para mim. Acho o nome muito forte, positivo e carregado de sentido. Reflete o momento que estou vivendo. Eu me dedico bastante, demoro pra preparar um disco, eu cuido muito, com muito carinho. Eu estou muito satisfeita com meu trabalho, com o que eu fiz. A vontade é que corresponda à expectativa dos fãs.

Você sente mais segura hoje ou ainda pressionada por estar no início de uma carreira solo?
É o segundo disco e eu acho melhor. O primeiro tem aquela coisa boa do novo, mas tem uma ansiedade que não é tão boa, de não saber se vai dar certo. Tudo que eu tinha que descobrir, eu descobri. Hoje sei quem eu sou como artista, meu som e a carreira que segui. Estou mais tranquila e encontrei meu lugar. Estou num momento mais seguro e amadurecido da minha carreira.

Como você se define musicalmente?
Não sei dizer em palavras, até para não limitar, mas eu acho que sou uma artista muito verdadeira comigo mesma. Um som que eu curto e que sei fazer. Eu me divirto muito com o que faço. Faço para o público, mas também para mim, porque eu me divirto com o que eu estou fazendo.

Você fala em não querer se rotular, que é exatamente o que sempre fizeram com sua vida pessoal e profissional. Você se incomoda com isso?
Já me irritou uma época, mas agora tem menos assédio e definições como princesinha e tal. As pessoas já perceberam que eu amadureci. Já passou da hora também, né? Eu tenho 30 anos! Tinha sensação que sempre estavam buscando um deslize meu, mas as pessoas foram se acalmando e perceberam que eu sou uma pessoa reservada. Os paparazzi não são tão chatos comigo.

Agora seu nome está circulando novamente na imprensa com boatos de uma possível gravidez. Qual o seu posicionamento e de seu marido para assuntos tão pessoais assim?
Eu e ele decidimos há mais de um ano não falar sobre boatos de gravidez. Desisti porque não quero mais dar pano pra manga. Mas sim, penso em ter filhos. A idade é uma coisa que às vezes conta e tenho também cinco anos de casada. É natural querer. Mas estamos indo com cada coisa no seu tempo. Uma hora chega.

O seu marido, Lucas Lima, está novamente em seu disco como produtor musical e coautor de quase todas as faixas. Como é o caminho inverso, quando o trabalho se mistura com a vida pessoal?
Ele já era um dos meus produtores musicais no álbum Manuscrito e agora continua sendo meu parceiro. Isso é uma coisa que eu tive que aprender por trabalhar a vida inteira em família. A gente teve que colocar limite para não falar o tempo inteiro de trabalho em casa. Com minha família, eu já tinha aprendido a colocar esses limites. O Lucas, a mesma coisa com a família dele. A gente já se casou sabendo desses limites importantes para evitar não sermos workaholic.

O que você mais sente falta da época em que cantava com o irmão?
Da presença dele no palco, de dividir as alegrias e também as dificuldades. É bom ter um cúmplice para essas coisas todas...

Acontece de vocês escutarem juntos o que faziam?
Temos momentos de saudosismo. Passa seis meses, um ano, rola escutar o que a gente fazia. Era muito divertido. A gente já fez isso junto, de colocar toda a discografia de Sandy e Junior. Mas eu tenho consciência de que meu lugar hoje é esse. O que eu vivi com Sandy e Junior foi maravilhoso e apropriado para aquele momento. Estava feliz e realizada naquela época com o que fazia, só que hoje é esse tipo de música, carreira e tamanho de artista que sou que me realiza. Às vezes, lembro dos shows na madrugada e lembro como era cansativo. Não sei como dei conta de tudo isso, pois fazia carreira internacional, gravava seriado, participava de filme, novela, CDs. Era uma loucura e eu estava felicíssima, mas hoje eu já não queria mais viver daquela maneira.

Te atrai ainda atuar em novelas, séries e filmes?

Eu tenho muita vontade de atuar. Gosto muito de atuar, mas novela acho mais difícil porque exige muita dedicação. Para convites casuais como foi em As Brasileiras ou um filme, com certeza eu vou querer fazer.

Fonte: Correio da Bahia

Sandy diz ter feito acordo com marido para não comentar sobre gravidez na mídia

                                                        
Sandy Leah cresceu diante das câmeras e dos holofotes. Talvez por esse motivo, ela raramente cai nas armadilhas que jornalistas montam para arrancar declarações bombásticas. Na entrevista coletiva concedida na quinta-feira (13) para divulgar seu novo álbum Sim, ela contou ter feito um acordo com o marido, Lucas Lima, para não alimentar boatos sobre gravidez, um dos temas preferidos da mídia especializada em celebridades.



"Olha só, há um ano e meio mais ou menos, eu e o meu marido, a gente decidiu que não comenta mais boato de gravidez. Até por que toda hora eles surgem. E a gente não tem o que fazer para evitar, nem ficar desmentindo, nem ficar falando. Se não, a gente vai dar mais pano para manga, gerar mais notícia. Resolvi que não comento mais os boatos de gravidez", afirmou a cantora, que está lançando seu segundo trabalho solo, após 17 anos de carreira ao lado do irmão, Júnior Lima.

"Aliás, eu gostaria que essa fosse a única vez que eu vou falar disso nessa coletiva. Eu e o meu marido temos planos para ter filhos, uma hora isso vai acontecer. Mas, realmente eu prefiro não comentar e hoje focar mais no lançamento do meu CD", pediu.  

"Blindada" na imponente sede da produtora XYZ Live, em São Paulo, escoltada por dezenas de assessores, Sandy deixou uma sala onde se lê "Cat walk room" (sala da passarela) apenas na hora da entrevista e dirigiu-se à cadeira onde respondeu às perguntas do jornalistas sem acidentes de percurso. Seu discurso é bem treinado e ela não sai do script.

"Estou no meu segundo disco, realizada como pessoa e como artista. Eu sei como é meu som, o que eu quero fazer. Acho que essa segurança, saber o que a gente quer para gente, para carreira, para vida, tudo isso traz um bem-estar, traz uma alegria, uma satisfação. Eu estou com 30 anos, a maturidade traz uma consciência maior. A gente começa a ver tudo que a gente tem na vida, de bom e de ruim. E, a maior parte, boa, é motivo de alegria. Se tem alguma coisa de ruim, olha quanta coisa boa na minha vida? Quantas pessoas que me amam, que eu amo. A gente tem que comemorar as coisas boas todos os dias e eu estou tendo cada vez mais essa consciência", diz a cantora, que conta ter batizado seu disco como Sim para ressaltar esse bom momento.

A Sandy quando perguntada pela reportagem do Virgula Música sobre cantoras que servem de modelo para sua carreira, ela saiu pela tangente. "Não tem nenhuma cantora que eu tenha como exemplo, como modelo. Mas também não sei onde eu quero chegar. Onde eu estou, está bom. Se eu continuar nessa minha toada de sempre ir lançando meus discos, fazendo meus shows, eu estou superfeliz, super-realizada, eu não tenho assim um objetivo, ai, eu quero com 40 anos ter vendido não sei mais quantos mil discos, que hoje não existe mais isso, mas é força de expressão. Mas ai, eu quero ter feito isso, isso e isso para minha carreira. Não tenho isso. Eu quero continuar minha carreira, continuar sendo a artista que eu sou hoje, eu estou realmente muito feliz e muito realizada", comentou.

Em outra questão, se percebia uma mudança de tratamento da mídia em relação a ela desde que iniciou a carreira solo, há três anos, ela admitiu um certo alívio. "Olha, eu sinto que eu tenho aos poucos rompido barreira, quebrando alguns possíveis preconceitos. Eu sinto que eu estou muito bem recebida desde o início da minha carreira solo. Eu fiquei até surpresa com isso. Eu achei que as pessoas hoje em dia estão bem abertas para receber o que eu tenho para mostrar. E a gente fica muito feliz com isso. Eu estou fazendo meu som tranquilamente, não quero incomodar ninguém e também eu quero que as pessoas vejam meu trabalho com olhos nus, sem preconceitos, sem preconcepções. E eu tenho visto que isso tem acontecido mais ultimamente e isso me deixa feliz", avaliou.

Fanático por Sandy desde 97, o estudante de jornalismo Guilherme Lima cria um site para cada turnê da cantora. Ele discorda de que a mídia não a trate com preconceito, apesar de ver uma diminuição, e diz que falta imaginação para deixar de vê-la como irmão de Júnior, filha de Xororó. Para ele, as aproximações estéticas com a música inglesa, da qual ela é fã, não são devidamente percebidas e repercutidas.

De fato, a aproximação de pop e música erudita, em muitos momentos criam pontes entre Sandy e as sonoridades tanto de ícones pop do presente e do passado, como Coldplay e Beatles, do jazz de Ella Fitzgerald e da MPB de Elis Regina e Clube da Esquina.  

Sandy, mesmo sabendo que os tempos de se apresentar multidões nos tempos da parceria com o irmão ficaram para trás, diz ficar agradecida com a adesão de fãs que cresceram juntos com ela. "Alguns acompanhavam a carreira de Sandy & Júnior e hoje se identificam com meu trabalho. Isso é legal, que eles gostaram de meu som atual. E esses fãs todos têm uma idade muito próxima da minha. É uma faixa etária de 25 a 35 anos. E eu percebo outras pessoas se aproximando, outro tipo de público. Eu tenho visto nos meus shows muitos casais, héteros e homossexuais. E eu vejo gente um pouco mais velha, que antes não curtia o meu trabalho com meu irmão e agora curte", afirma. 

A entrevista acaba, ela volta para a sala e desaparece. Quem quiser ouvi-la agora terá de ir a um de seus shows ou colocar seu disco para tocar. Sandy só voltará a falar com a imprensa quando tiver algo para comunicar, como as divas fazem. E ela não parece desconfortável nesse papel.

Fonte: Vírgula
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